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Locais a visitar

Pelourinho


   Segundo o Padre Ernesto de Sales na Obra «Mirandela: Apontamentos Históricos», os pelourinhos eram um distintivo da jurisdição e autonomia dos concelhos e erguiam-se na praça ou largo fronteiro dos Paços do Concelho. Compunham-se geralmente de um pilar ou coluna de pedra, com forma mais ou menos artística, encimada por um capitel, e servia-lhe de base um rectângulo elevado acima do nível do solo por duas ou três ordens de degraus. Alguns tinham quatro varões de ferro no capitel terminados em forma de gancho, sendo este por vezes substituído por uma argola móvel.
   Antigamente tinham o nome de picotas e eram os locais onde os criminosos eram expostos à vergonha. Nelas se prendiam os criminosos e expunham os delinquentes, que não fossem réus de maior pena que açoites ou irrisão pública.
   Em Portugal, os pelourinhos são todos no interior das vilas e cidades, e quase sempre diante da casa da câmara; ao contrário da forca, que estava fora da povoação, e em lugar alto para que pudesse ser vista e aterrar os malfeitores.

Pelourinho de Torre de Dona Chama


   O pelourinho de Torre de D. Chama foi erguido no século XVI e  assenta num soco quadrangular de três degraus  que compensam o desnível do terreno. A base é quadrada e encimada por uma peça prismática quadrada chanfrada. A coluna, de fuste oitavado liso e de lados irregulares, é ligeiramente mais estreita no topo do que na base. O capitel, em cruz de braços iguais, mostra nos seus extremos representações de cabeças de animais. O remate paralelepipédico apresenta num dos lados as armas de Portugal e é encimado por uma peça piramidal quadrangular com dois fortes adelgaçamentos intermédios.

Pelourinho de Frechas


   Trata-se de um pelourinho quinhentista de grande riqueza decorativa, erguido sobre um soco com cinco degraus quadrangulares. A coluna tem uma base cilíndrica e  um  fuste oitavado, decorado com pequenos florões e besantes em faces alternadas, a toda a altura. O capitel é constituído por uma cruz de braços iguais terminados por carrancas. O remate é paralelepipédico e apresenta as armas reais e as dos Sampaios em duas das faces, e nas outras uma figura feminina.

Pelourinho de Lamas de Orelhão


   É um pelourinho quinhentista assente sobre um soco formado por três degraus de planta circular. A base, em tronco de cone liso, tem uma dupla moldura e um sulco intermédio. O fuste é cilíndrico e formado por duas peças de tamanhos desiguais, estreitando da base para o topo.  O capitel apresenta uma cruz de braços iguais ornamentada com semi-esferas nos seus intervalos. O conjunto termina num pequeno coruchéu com quatro saliências cantonais.

Pelourinho de Abreiro


   Dos tempos em que Abreiro era um importante município do nordeste transmontano, conserva um pelourinho quinhentista erguido sobre um soco de três degraus quadrangulares, sendo o primeiro de altura irregular para corrigir o desnível do terreno. A base, tronco-piramidal de secção octogonal, apresenta faces irregulares com o rebordo saliente. A coluna, de fuste oitavado liso, é encimada por um capitel de quatro faces onde se observam as armas de Portugal além de outros emblemas ilegíveis. O remate é constituído por uma pirâmide que sustenta uma esfera.


Lagares e Engenhos de Água


   A água sempre foi um elemento essencial para a sobrevivência da espécie humana e desde sempre o Homem sentiu a necessidade de criar aparelhos e engenhos que permitissem não só reter a água mas também armazená-la e colhê-la com segurança e rapidez. O Homem soube também utilizar a água como fonte de energia sobre com os moinhos de água.
   Presume-se que os moinhos de água tenham sido introduzidos em Portugal pelos Romanos, pois eram vulgares em Roma no século I. Os Visigodos, no século V, já os consideravam de uso generalizado na Península Ibérica. Importantes foram também os Árabes que introduziram na Península Ibérica vários engenhos de água como noras, picotas e cegonhas.
   Os moinhos que o tempo não apagou do mapa do nosso concelho são um singular marco do engenho e arte do nosso povo e autênticas relíquias da arquitectura e tecnologia popular, na bucólica e silenciosa paisagem que os protege sem conseguir evitar a sua degradação.
Mirandela também soube e quis prestar homenagem à arte do homem no aproveitamento racional da água.

Estátuas

  • Estátua de São João Bosco

   Tinha apenas nove anos quando um sonho lhe fez intuir que deveria dedicar-se à educação da juventude. Ainda pequeno, começou a entreter os companheiros com jogos que alternava com a oração e a instrução religiosa. Ordenado sacerdote, escolheu como programa de vida, "Dai-me almas e levai o resto", e deu início ao seu apostolado entre os jovens mais pobres e abandonados, fundando o Oratório e pondo-o sob a protecção de S. Francisco de Sales. Daqui o nome de Salesianos. Morreu no dia 31 de Janeiro de 1888. No centenário da sua morte, João Paulo II declarou-o e proclamou-o Pai e Mestre da Juventude, determinando que "ele fosse honrado e invocado com este título, especialmente por quantos se reconhecem como seus filhos espirituais".

  • A menina da pomba

   A menina é símbolo de pureza, de beleza e de inocência e a pomba símbolo da Paz, atributos que encaixam com perfeição na Cidade e no Concelho de Mirandela.

  • Monumento ao Jet-Sky

   Uma justa homenagem ao Jet-Ski, modalidade acarinhada pelo Município de Mirandela. Aqui se praticam há já alguns anos os Campeonatos Nacionais, os Campeonatos da Europa e Taças do Mundo, trazendo a Mirandela milhares de visitantes. Mirandela é a capital do Jet-Ski em Portugal.

  • Dr. Álvaro Soares (Jardim Entre Pontes)

   Álvaro Augusto Pinto Soares nasceu em Abreiro, concelho de Mirandela, no dia 25 de Julho de 1849. Formou-se em Medicina que exerceu em Mirandela, onde era admirado pela sua competência, bondade e caridade. Diz o Abade de Baçal que recolhia ele dos ricos para dar aos pobres. Escreveu a obra «Da Identidade em Medicina Legal» (dissertação – 1876, 46 páginas).

  • Luciano Cordeiro (Fim da Ponte Nova)

   De seu nome completo Luciano Baptista Cordeiro de Sousa, nasceu em Mirandela no dia 21 de Julho de 1844 e faleceu em Lisboa em 24.12.1900. No ano do seu nascimento foi levado para Lisboa. Cinco anos depois foi para o Funchal e aí completou o ensino liceal.

  • Homenagem às Mães

   Serão sempre poucas as homenagens às nossas Mães a quem tudo se pede e que a tudo respondem com um sorriso nos lábios.
Papa João Paulo II
João Paulo II, Karol Wojtyla de seu verdadeiro nome, nasceu a 18 de Maio de 1920 em Wadowice, perto de Cracóvia, no sul da Polónia. Depois de manifestar algum interesse pelo teatro e literatura acabou por enveredar pelo sacerdócio, a conselho do cardeal Spiheda.

  • Arte e Música

   A Arte e a Música invadem continuamente Mirandela, sendo esta uma forma de enaltecer a Escola Profissional de Arte de Mirandela que prima pela excelência.

  • Sarmento Pimentel (Junto à Escola da Central)

   A Biblioteca Municipal tem o nome de João Maria Sarmento Pimentel por ter doado ao Município de Mirandela um importante espólio bibliográfico.

  • Major Capelão Dr. Eduardo José Gomes de Almeida (Pavilhão do Inatel/José Pina)

   Nasceu em Mirandela em 20.03.1929. Faleceu em 21.09.1998.

  • Estátua da Família Emigrante

   Uma justa homenagem a todos os emigrantes naturais de Mirandela que tiveram de procurar no estrangeiro melhores condições de vida mas que têm sempre Portugal no coração.

  • Sereias e Princesa do Tua

   As sereias não vivem apenas nos oceanos; também podem ser vistas em lagos, rios e ribeiros de água fresca. Podem ver vistas em Mirandela junto ao Rio Tua, mais propriamente no Parque do Império, onde uma delas se transformou em Princesa. Diz-se que quem visitar a Lagoa das Sereias, em Derbyshire, na Inglaterra, imediatamente antes da aurora, poderá vê-las nadar, graciosamente, nas águas escuras.
   As sereias também seduzem homens para viverem com elas, no fundo do mar, principalmente, se forem jovens e belos, pois os Tritões são, geralmente, feios e ferozes.
   Por vezes capturavam-se sereias, devido ao seu conhecimento de ervas, com as quais curavam humanos, e pelos seus dons proféticos.
   Uma das figuras que mais influenciaram a mitologia, as sereias tem um aspecto bem conhecido: metade do corpo lembra uma mulher, metade lembra um peixe. Algumas enfeitam-se com grinaldas luminosas e gostam de cantar um canto suave e lírico.

  • Femina (Entre Vinhas)

Adoração

Vi o teu rosto lindo,
Esse rosto sem par;
Contemplei-o de longe mudo e quedo,
Como quem volta de áspero degredo
E vê ao ar subindo
O fumo do seu lar!

Vi esse olhar tocante,
De um fluido sem igual;
Suave como lâmpada sagrada,
Benvindo como a luz da madrugada
Que rompe ao navegante
Depois do temporal!

Vi esse corpo de ave,
Que parece que vai
Levado como o Sol ou como a Lua
Sem encontrar beleza igual à sua;
Majestoso e suave,
Que surpreende e atrai!

Atrai e não me atrevo
A contemplá-lo bem;
Porque espalha o teu rosto uma luz santa,
Uma luz que me prende e que me encanta
Naquele santo enlevo
De um filho em sua mãe!

Tremo apenas pressinto
A tua aparição,
E se me aproximasse mais, bastava
Pôr os olhos nos teus, ajoelhava!
Não é amor que eu sinto,
É uma adoração!

Que as asas providentes
De anjo tutelar
Te abriguem sempre à sua sombra pura!
A mim basta-me só esta ventura
De ver que me consentes
Olhar de longe... olhar!

  • Comboio Turístico de Mirandela

   Mirandela foi uma das primeiras localidades portuguesas a usufruir de um Comboio Turístico que percorre a cidade. Sendo embora uma iniciativa privada, o projecto foi sempre aplaudido pelo Município de Mirandela e por ele já passaram milhares de pessoas oriundas de todos os cantos do país e do estrangeiro.
   O Comboio Turístico pertence a António Jorge Marcelo. Em 30 de Setembro de 1994 a Câmara Municipal de Mirandela deliberou, por unanimidade, dar parecer favorável à exploração de um Mini Comboio Turístico, condicionado ao licenciamento das entidades competentes, nomeadamente da Direcção Geral dos Transportes Terrestres e da Direcção Geral do Turismo. Por deliberação de 12 de Abril de 1996, a Câmara Municipal de Mirandela deliberou autorizar a circulação na via pública do “Comboio Turístico”, Marca DOTO F 87 na área das freguesias de Mirandela e de Carvalhais.
   O itinerário pode variar consoante a vontade dos utentes mas por norma vai pela Rua da República, vira na Rotunda das Comunidades, passa pela Avenida Varandas do Tua, Ponte Europa, Santuário de Nossa Senhora do Amparo e Ponte Velha, onde termina uma viagem inesquecível não só pela paisagem como também pela graça e simpatia dos condutores.
   Os adultos pagam dois euros por viagem e as crianças até aos 10 anos pagam apenas um euro.

  • Praias Fluviais
  •    Praia Fluvial da Maravilha (Três Rios)
  •    Praia Fluvial de Vale de Juncal
  •    Praia Fluvial do Parque Dr. José Gama
  •    Praia Fluvial de Frechas (ainda não homologada)
  •    Praia Fluvial de Miradeses/Vale de Salgueiro (ainda não homologada)

Fonte: http://www.cm-mirandela.pt/


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